Supakitch e Kolarie: a raposa e a gueixa
por mauricio de boni
Supakitch e Koralie são um casal de artistas franceses que vive e trabalha no Brooklyn, enquanto sua arte habita diversas partes do mundo. O talento dos dois começa nas referências da música e cultura pop que tomam para criar algo completamente novo: ilustrações e pinturas carregadas de detalhes que, somados, formam a arte final. Um delírio para os olhos.
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Véronique Meignaud: as cores do sonho
por larissa couto
A arte nos faz ver mundos imaginários onde seres ganham forma e as cores fogem da rotina. O artista é um inventor de mundos, alguém que se preocupa com o que pode ser, convidando a olhar pela fechadura da imaginação. Esse é o trabalho da artista francesa Veronique Meignaud, que alça voo sobre a ilustração e o digital criando um banquete para os olhos.
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John Singer Sargent, o Retratista
por margarete ms
John Singer Sargent, "Fanny Sherborne Ridley Watts", (1877). “Toda a vez que pinto um retrato perco um amigo.”, disse o pintor John Singer Sargent certa vez. Sargent nasceu na bela Florença, Itália, no dia 12 de janeiro de 1856. Seus pais eram americanos mas ele estudou arte em Paris antes de se mudar para Londres. Sua mãe era uma artista plástica amadora e seu...
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Trazer à luz o que vimos na escuridão
por larissa couto
As pinturas do alemão Caspar Friedrich representam paisagens naturais tão fascinantes e assustadoras que ali se revelam as perturbações e sensações humanas. Um convite a sentir primeiro e pensar depois.
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Ainda não foi desta, Sr. Murakami...
por graça c. moniz
As duas luas de Murakami eclipsaram no momento em que não ganhou o Nobel da Literatura este ano. O romancista japonês Haruki Murakami era dado como favorito. Para quem não conhece, o escritor nipónico usa os seus romances para descascar, camada a camada, o caos de um mundo incerto (o nosso, quiçá, ou só o dele?).
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O fascínio das musas
por bianca vale
O que Elizabeth Siddal, Françoise, Jacqueline e Camille Claudel têm em comum? Você pode não ter ouvido falar sobre elas, mas com certeza já viu seus rostos em grandes obras. São as musas de grandes artistas como Boticelli e Picasso que tiveram seus rostos e silhuetas imortalizados no mundo da arte.
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Zim & Zou: esculturas de papel
por inês petiz
Zim & Zou são uma dupla francesa que decidiu contrariar o uso constante do computador, em particular no trabalho gráfico, resgatando a nostalgia do papel e dos trabalhos manuais. Fora do meio digital, constroem fantásticas esculturas em papel, que se destacam pela vivacidade das cores e pelo detalhe. Versáteis, montam instalações com as peças e introduzem a sua arte manual no design gráfico e web.
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Carne Griffiths: Desenhar com tinta e chá
por inês petiz
Fragmentos, rostos e estilhaços de vidro, emoções derramadas no papel, assim são os desenhos do ilustrador Carne Griffiths. O seu processo de trabalho passa principalmente pelo extravasar de sentimentos e frustrações, como uma terapia transformada em arte. Rostos de uma beleza invulgar, construídos por camadas de tinta e chá, construídos por camadas de respostas emocionais ao quotidiano.
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A realeza canina por David Imlay
por petit gabi
Dizem que talento vem de berço. No caso de David Imlay, essa é uma verdade que está estampada nos seus quadros. Com um trabalho realista e irreverente, ele se destaca no que faz de melhor: pintar. Saiba mais sobre esse artista e conheça a adorável série "Dog Portraits", onde os cães foram colocados em seu devido lugar: a realeza.
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Lolo: os meninos das árvores
por inês petiz
São crianças, correm livres e soltas, sobem árvores, fazem tropelias e observam atentas o mundo dos adultos ao seu redor sem que demos conta. São de cartão e estão penduradas pela cidade de Barcelona. Vigilantes, apanham os mais desprevenidos de surpresa com o seu ar inocente e brincalhão. São os meninos das árvores de Lolo, um artista street art argentino.
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A revolução de David a Delacroix
por carolina carmini
A França revolucionária teve diversos filhos. Escritores, poetas e pintores, se inspiraram nos ideais – e atrocidades – dos dias de lutas que permearam o fim do século XVIII e começo do XIX. Desses tempos, apenas dois pintores transformaram a revolução do sangue em uma revolução nas artes. De David a Delacroix, a arte francesa nunca mais foi a mesma.
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ativismo político em notas de dólar
por joão lobato
Precisamos de uma revolução. A realidade é uma trampa. Vive livre ou morre! Para o norte-americano Dan Tague estas palavras de revolta ganham sentido numa sociedade que prefere gastar dinheiro na guerra do que a educar as suas crianças. Para mostrar ao mundo a sua raiva, só precisou de dobrar e amarrotar algumas notas de dólar, para mostrar as mensagens que escondem.
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"Uma Tarde de Domingo na Ilha de Grande Jatte"
por carolina carmini
Em um belo dia de primavera em Paris, no fim do século XIX, Seurat criou sua obra-prima, “Uma tarde de domingo na ilha da Grande Jatte”. Fruto da experimentação e da paixão, essa pintura de grande proporção se tornou símbolo maior do pontilhismo. Mais de cem anos depois, a obra ainda suscita encanto e fascinação em que a vê.
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Da Vinci: do gênio ao mito
por carolina carmini
Suas pinturas são icônicas, seus projetos e desenhos referências em diversas áreas, foi adorado por príncipes e reis. Pintor e escultor, Leonardo Da Vinci, realizou trabalhos e pesquisas nas áreas de arquitetura, ciências, matemática, engenharia, anatomia e botânica, além de música e poesia. Atividades que o transformaram no símbolo do homem renascentista. Quinhentos e sessenta anos depois de seu nascimento, sua imagem nunca foi tão cultuada e contemporânea.
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Crystal Gregory: cores e linhas na paisagem urbana
por bianca vale
Uma trama de linhas e cores que ao mesmo tempo em que se inspira na paisagem urbana a modifica. Esse é o trabalho da artista plástica Crystal Gregory, que através da inspiração em elementos do cotidiano, deixa as cidades mais alegres com suas delicadas intervenções.
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